Em missão e em imersão: Sobre a origem da viagem
Viajar é sempre mais do que deslocar-se no espaço — é mover também o olhar, o pensamento e a sensibilidade. Uma viagem, quando vivida em profundidade, é uma travessia entre mundos: o do outro e o nosso próprio. Cada encontro, cada silêncio e cada paisagem nos convidam a reaprender a ver, a escutar e a estar.
Esta viagem tem origem no projeto “Qualificação de Periódicos Científicos de Educação: articular para internacionalizar”, financiado pelo CNPq e pela FUNCAP, que reúne pesquisadores de diversas universidades brasileiras e estrangeiras. No nosso caso específico, a parceria envolve a UNIVASF (Brasil), com sua revista REVASF, e a UNIMINUTO (Colômbia), com a revista Práxis Pedagógica.
A missão teve duração de trinta dias — tempo suficientemente longo para a realização de várias atividades, mas também generoso o bastante para permitir uma imersão mais sensível na cultura colombiana, especialmente em Bogotá.
Na prática, a primeira lição dessa experiência foi compreender que não se deve querer fazer tudo de uma vez. É preciso ir devagar — e ir inteiro. Afinal, uma imersão só acontece de fato quando nos deixamos submergir com presença e consciência.
Viajar é sempre mais do que deslocar-se no espaço — é mover também o olhar, o pensamento e a sensibilidade. Uma viagem, quando vivida em profundidade, é uma travessia entre mundos: o do outro e o nosso próprio. Cada encontro, cada silêncio e cada paisagem nos convidam a reaprender a ver, a escutar e a estar.
Esta viagem tem origem no projeto “Qualificação de Periódicos Científicos de Educação: articular para internacionalizar”, financiado pelo CNPq e pela FUNCAP, que reúne pesquisadores de diversas universidades brasileiras e estrangeiras. No nosso caso específico, a parceria envolve a UNIVASF (Brasil), com sua revista REVASF, e a UNIMINUTO (Colômbia), com a revista Práxis Pedagógica.
A missão teve duração de trinta dias — tempo suficientemente longo para a realização de várias atividades, mas também generoso o bastante para permitir uma imersão mais sensível na cultura colombiana, especialmente em Bogotá.
Na prática, a primeira lição dessa experiência foi compreender que não se deve querer fazer tudo de uma vez. É preciso ir devagar — e ir inteiro. Afinal, uma imersão só acontece de fato quando nos deixamos submergir com presença e consciência.
Este diário é, portanto, um caderno de viagem: um espaço de registros, descrições e reflexões sobre temas variados — a cultura, o cotidiano, a cidade (a urbes) e suas múltiplas expressões. Aqui contamos trinta registros - o tempo que vivemos essa missão na Colômbia. Assim, entre as anotações, o leitor encontrará também observações ligadas à temática central do projeto e alguns desdobramentos inesperados que, como toda boa experiência de viagem, acabaram nos surpreendendo pelo caminho.
A viagem é vida e morte ao mesmo tempo: estreias e despedidas, encontros e partidas. Há movimento, mas, acima de tudo, transformação — no que carregamos, no que abandonamos, no modo como chegamos e no modo como partimos. Viajar é aceitar o processo que nos desarruma e nos recompõe.

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