San Andrés — o funk brasileiro na ilha
Nas artes não existe “mais nobre” ou “menos arte” nesses termos. A história já mostrou isso: foi assim com o samba, com os violonistas, com as rodas de berimbau, com tantas esculturas e linguagens populares. Posso até continuar não curtindo o gênero, mas o funk brasileiro — tão peculiar — cumpre uma missão que dá orgulho nacional. Mesmo que não seja para todos.
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