San Andrés — o funk brasileiro na ilha

 


As músicas brasileiras que mais ouvimos na Isla de San Andrés foram funk. É curioso como o funk do Brasil se internacionalizou — não só por ação de agentes culturais, imagino, mas por ressonância com gostos que já circulam pelas Américas e pelo mundo. Mais curioso ainda: durante muito tempo (inclusive eu!) tratamos o funk como “vulgar”, “pouco elaborado”, “não refinado”. Puro preconceito.

Nas artes não existe “mais nobre” ou “menos arte” nesses termos. A história já mostrou isso: foi assim com o samba, com os violonistas, com as rodas de berimbau, com tantas esculturas e linguagens populares. Posso até continuar não curtindo o gênero, mas o funk brasileiro — tão peculiar — cumpre uma missão que dá orgulho nacional. Mesmo que não seja para todos.

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